Hoje deu saudade, um aperto. Achei um refúgio. Meio você, meio eu. Um pouco de nós dois. Me faz sorrir, me faz bem, me faz feliz. Um pouco daquela saudade que eu sabia que não podia sentir, mais sempre soube que um dia eu sentiria. Só que a saudade passou, virou angústia, virou ansiedade, virou passado.
A página virou.
Será que virou? Ainda vejo reflexos nossos pelos espelhos que olho de relance. Finjo não ver. Não noto, vou embora. Eu já não disse adeus uma vez? Só que você voltou. E com mais amor do que nunca, voltou melhor, voltou mais amável. Deu vontade de ficar. Você não pediu, eu fiquei.
Você que só quer o bem,
você também me faz sorrir.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Brilho nos olhos
E eu sei que continuo. Continua achando a mesma coisa todos os dias quando acordo. Continuo pensando que o problema sou eu, que a solução é você.
Vividamente acordada, porém sempre com pouca atenção, pra tudo. Sempre te dizendo que não, sempre pensando que sim. Sempre no laço do abraço, no aperto do nosso espaço.
As minhas duvidas eu quero ter a tranquilidade de deixar pra la. Quero relaxar, ficar feliz ali, naquele momento. Os meus disabores, esquece agora, com o tempo você desenrola.
E esse brilho nos teus olhos eu quero poder ver toda a hora.
Vividamente acordada, porém sempre com pouca atenção, pra tudo. Sempre te dizendo que não, sempre pensando que sim. Sempre no laço do abraço, no aperto do nosso espaço.
As minhas duvidas eu quero ter a tranquilidade de deixar pra la. Quero relaxar, ficar feliz ali, naquele momento. Os meus disabores, esquece agora, com o tempo você desenrola.
E esse brilho nos teus olhos eu quero poder ver toda a hora.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
só mais uma
é muito coragem pra pouco medo.
é muito medo pra pouca coragem.
quero ou não quero te ver?
quero ou não?
quero!
ou não?
coragem.
viaja comigo, me leva embora
te levo pra viajar se você quiser ir embora comigo.
só preciso de tempo
só preciso de um ar fresco
só preciso ir embora
só preciso
só isso.
é muito medo pra pouca coragem.
quero ou não quero te ver?
quero ou não?
quero!
ou não?
coragem.
viaja comigo, me leva embora
te levo pra viajar se você quiser ir embora comigo.
só preciso de tempo
só preciso de um ar fresco
só preciso ir embora
só preciso
só isso.
sábado, 23 de julho de 2011
O preço
Não é como se houvesse dor. Não é como se existisse calor.
Estava tudo assim desde quando você decidiu que era melhor ir embora, que deveriamos ter nossos projetos separadamente. Ninguém quis tomar teu lugar. Eu não deixei. Até hoje.
Parece que enfim me sinto melhor, enfim me sinto livre de você, livre de nós. Como se cada passo meu você estava vigiando, como se cada dor minha fosse você o ponto agudo.
Ninguém precisou me dizer que eu tinha que abrir uma janela ou porta. Eu abri uma fresta e o vento se encarregou do resto.
Você sabe que foi melhor. Foi pisando em meus próprios calos, sentindo mais dor que eu me fiz melhor. Foi fechando que eu conseguisse que tudo fosse mais aberto, mais visível. Claro como a luz do dia. Brilhante como o sol.
Não é como se existisse outro alguém. Não é como se existisse você.
Está tudo assim desde que eu decidi que era hora de ir embora. Hora de recomeçar meus planos. De passar todo o rascunho a limpo.
Hora de mudar. Mudar por hora.
Esta tudo fora do lugar, de novo.
Alguém acende a luz, porque eu já me perdi e continuo me perdendo.
Quando essa sensação vai passar?
O preço de ter ido embora? Eu continuo pagando.
Estava tudo assim desde quando você decidiu que era melhor ir embora, que deveriamos ter nossos projetos separadamente. Ninguém quis tomar teu lugar. Eu não deixei. Até hoje.
Parece que enfim me sinto melhor, enfim me sinto livre de você, livre de nós. Como se cada passo meu você estava vigiando, como se cada dor minha fosse você o ponto agudo.
Ninguém precisou me dizer que eu tinha que abrir uma janela ou porta. Eu abri uma fresta e o vento se encarregou do resto.
Você sabe que foi melhor. Foi pisando em meus próprios calos, sentindo mais dor que eu me fiz melhor. Foi fechando que eu conseguisse que tudo fosse mais aberto, mais visível. Claro como a luz do dia. Brilhante como o sol.
Não é como se existisse outro alguém. Não é como se existisse você.
Está tudo assim desde que eu decidi que era hora de ir embora. Hora de recomeçar meus planos. De passar todo o rascunho a limpo.
Hora de mudar. Mudar por hora.
Esta tudo fora do lugar, de novo.
Alguém acende a luz, porque eu já me perdi e continuo me perdendo.
Quando essa sensação vai passar?
O preço de ter ido embora? Eu continuo pagando.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Migrando.
Os tempos mudam e as escolhas também. Ultimamente ando estupidamente desanimada com este (e não só com isto) que era para ser um ótimo projeto. Tratando o blog de forma descontínua e em muitos dias pensando em desistir dele. Por ora, não postarei mais aqui. Estou migrando para o Tumblr. Visite se achar que deve.
www.sweetmeet.tumblr.com
www.sweetmeet.tumblr.com
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Lembranças de um passado próximo.
Hoje talvez seja um dos melhores dias do meu ano, não só pelas circunstâncias do dia, mas também porque foi hoje que eu parei e diz um "remember". É certo que ainda falta praticamente um mês para que 2010 termine, mas para mim ele já acabou. Acabou porque talvez eu não tenha mais ambições para esse último mês. Mas olhando para trás eu vejo um ano que teve tudo para dar certo, em absolutamente todos os aspectos. Apesar de ter me mostrado conseguir ser muito mais fria do que imaginava na questão sentimental, a primavera trouxe consigo novos ventos, desmoronando toda a fortaleza que eu já tinha construído a minha volta e mostrando para mim um lado que eu jamais veria sozinha.
Um ano cheio de ausências minhas e de novas presenças que mostraram-se de forma surpreendente sua grande importância para que o meu ano fosse perfeito. E lá sempre muito presente, aquela pequena gigante que em muitos momentos (e no principal deles) deu sempre muita força para mim, me aturando talvez em muitos dos meus dias ruins (que não foram poucos) sempre sem falar nada que talvez me afligisse mais. Foi com você amiga, que talvez que tenha passado os melhores e mais engraçados dias deste ano (E deu nó na garganta ao falar de você! E eu te desejo muita, muita sorte mesmo. Sempre!).
E o que seria do meu ano se eu não tivesse sempre comigo uma apostila? Acho que se eu pudesse dizer um lugar em que eu mais fiquei nesse ano foi no Dom Bosco e, eu não seria capaz de dizer que tal investimento foi inútil, porque só eu sei o quão útil foi para mim. Desapontamentos à parte, 2010 foi o ano em que eu consegui me encontrar e ver em mim tudo aquilo que eu não conseguiria levar a diante. Eu consegui fixar o que é meu exatamente onde eu quis e agora eu diria que só faltam dois lugares onde eu gostaria de chegar e ainda não cheguei, mas eu vou lutar por eles e não vou esquecer assim tão fácil.
Enfim, eu gostaria de agradecer a aqueles que deixaram um pouquinho de si em mim e vale ressaltar que as noites mal dormidas, a má alimentação, o nervosismo, a ansiedade e eu não poderia me esquecer é claro, da cerveja gelada no Largo, valeram a pena cada segundo e, eu repetiria muitas coisas se fosse para estar com vocês.
Um ano cheio de ausências minhas e de novas presenças que mostraram-se de forma surpreendente sua grande importância para que o meu ano fosse perfeito. E lá sempre muito presente, aquela pequena gigante que em muitos momentos (e no principal deles) deu sempre muita força para mim, me aturando talvez em muitos dos meus dias ruins (que não foram poucos) sempre sem falar nada que talvez me afligisse mais. Foi com você amiga, que talvez que tenha passado os melhores e mais engraçados dias deste ano (E deu nó na garganta ao falar de você! E eu te desejo muita, muita sorte mesmo. Sempre!).
E o que seria do meu ano se eu não tivesse sempre comigo uma apostila? Acho que se eu pudesse dizer um lugar em que eu mais fiquei nesse ano foi no Dom Bosco e, eu não seria capaz de dizer que tal investimento foi inútil, porque só eu sei o quão útil foi para mim. Desapontamentos à parte, 2010 foi o ano em que eu consegui me encontrar e ver em mim tudo aquilo que eu não conseguiria levar a diante. Eu consegui fixar o que é meu exatamente onde eu quis e agora eu diria que só faltam dois lugares onde eu gostaria de chegar e ainda não cheguei, mas eu vou lutar por eles e não vou esquecer assim tão fácil.
Enfim, eu gostaria de agradecer a aqueles que deixaram um pouquinho de si em mim e vale ressaltar que as noites mal dormidas, a má alimentação, o nervosismo, a ansiedade e eu não poderia me esquecer é claro, da cerveja gelada no Largo, valeram a pena cada segundo e, eu repetiria muitas coisas se fosse para estar com vocês.
(Texto redigido em 03/12/2010)
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